CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR -- Vídeo "A Fada e a Fiandeira" - Novos Contos de Fadas
ACONTECEU na 61ª Feira do Livro de Porto Alegre - RS, o Bate-Papo "A Fada e a Fiandeira": Protagonismo Feminino e os Novos Contos de Fadas,
com as professoras especialistas Rosa Sá Britto Vieira, Drª Margareth Osório e Drª Juracy Assmann Saraiva.
A Coleção Novos Contos de Fadas conserva a estrutura simbólica e arquetípica do gênero. Os contos são escritos e editados por Ângela Hofmann.
* O conto “A Fada e a Fiandeira” recebeu o primeiro lugar na Categoria Escritor do 9º Concurso de Narrativas “Novos Contos de Fadas” 2014, da cidade de Morro Reuter – RS.
Mostrando postagens com marcador Lançamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lançamento. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
sábado, 5 de dezembro de 2015
Lançamento "A Fada e a Fiandeira", Esteio-RS
"No tempo do agora e sempre
Tecem fios de fantasia
Segredos são revelados
E que aconteça a magia
Segredos são revelados
E que aconteça a magia
Era uma vez..."
"A Fada e a Fiandeira"
livro infantojuvenil
Ângela Hofmann
Ângela Hofmann
ilustrações Martina Schreiner
2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
"A Fada e a Fiandeira". Lançamento em CANELA-RS
Feira Ecológica e Cultural de Canela
- Lançamento e Autógrafos do livro infantojuvenil "A Fada e a Fiandeira", de Ângela Hofmann, ilustr. Martina Schreiner.
- Dança Circular com Cilon Estivalet

quinta-feira, 19 de novembro de 2015
"A Fada e a Fiandeira", 61ª Feira do Livro de POA
61ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE
Aconteceu
DIA 14/11, às 19hs
AUTÓGRAFOS do livro infantojuvenil "A FADA E A FIANDEIRA", de Ângela Hofmann, ilustrações de Martina Schreiner.
PRAÇA DE AUTÓGRAFOS DA FEIRA.
DIA 14/11 -- 17h às 18h30 -- MESA -- Protagonismo feminino e os novos contos de fadas
Participação da autora, ilustradora, e das professoras Drª Margareth Osório, Rosa Sá Britto e Drª Juracy Assmann Saraiva.
LOCAL: Sala do Professor, na Área Infantil e Juvenil da Feira.
Aconteceu
DIA 14/11, às 19hs
AUTÓGRAFOS do livro infantojuvenil "A FADA E A FIANDEIRA", de Ângela Hofmann, ilustrações de Martina Schreiner.
PRAÇA DE AUTÓGRAFOS DA FEIRA.
DIA 14/11 -- 17h às 18h30 -- MESA -- Protagonismo feminino e os novos contos de fadas
Participação da autora, ilustradora, e das professoras Drª Margareth Osório, Rosa Sá Britto e Drª Juracy Assmann Saraiva.
LOCAL: Sala do Professor, na Área Infantil e Juvenil da Feira.
Professoras: Juracy Saraiva, Rosa Sá Britto, Margareth Osório |
![]() |
| Dilan Camargo, Patrono da Feira |
![]() |
| Ilustrações Martina Schreiner |
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
XXII Feira do Livro e da Leitura - Morro Reuter / RS
"A Fada e a Fiandeira"*
Dia 13 de novembro -- lançamento, autógrafos e conversa com @s educand@s sobre o processo de ler, escrever e recriar-se.
Apresentação do livro "A Fada e a Fiandeira", que em 2014 recebeu o primeiro lugar na Categoria Escritor do 9º Concurso de Narrativas “Novos Contos de Fadas”, da cidade de Morro Reuter – RS.
Apresentação do livro "A Fada e a Fiandeira", que em 2014 recebeu o primeiro lugar na Categoria Escritor do 9º Concurso de Narrativas “Novos Contos de Fadas”, da cidade de Morro Reuter – RS.
O Secretário Municipal de Educação, Márcio Malgarin, ressaltou que o livro "A Fada e a Fiandeira" é o primeiro conto a ser publicado em livro nos dez anos de existência do Concurso de Narrativas do município.
![]() |
| Conversa sobre processo de ler, escrever e recriar-se. |
![]() |
| Autógrafos para educand@s e escolas. |
![]() |
| Patrono Christian David, autora e Secretário Márcio Malgarin. |
![]() |
| Autógrafos |
terça-feira, 10 de novembro de 2015
"Eu Palavro" - 61ª Feira do Livro de Porto Alegre
Dia 08/11, às 20hs, no Memorial do RS.
Contos de Ângela Hofmann selecionados para a coletânea:
"O que não pode ser dito" e "Oferenda"(Curso de Criação Literária).
Promoção: Sintrajufe-RS.
![]() |
| Autógrafo coletivo na 61ª Feira do Livro de Porto Alegre |
![]() |
| Escritores Ângela Hofmann, Manuel Estivalet, Janaína Quiroga e Caio Riter |
![]() |
| Escritores da obra "Eu Palavro" |
Marcadores:
Adulto,
Autógrafos,
Contos,
Criação Literária,
Feira do Livro,
Lançamento
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
"A Fada e a Fiandeira", um novo conto de fadas
A FADA E A FIANDEIRA
Coleção Novos Contos de Fadas, vl.1
Ângela Hofmann
Ângela Hofmann
"Num tempo e num lugar distante, havia dois reinos que não se conheciam.
Um deles era o Reino da Terra, colorido e misterioso.
O outro era o Reino do Ar, habitado por seres minúsculos e alados: as fadas.
Entre os dois reinos havia um limite invisível que não poderia ser ultrapassado. As fadas sabiam que se o ar das alturas faltasse, começariam a endurecer e não poderiam mais voltar. Era assim a morte das fadas: viravam uma pedra. Preciosa e brilhante. Para sempre.
Lysandra era uma das tantas meninas fadas curiosas em conhecer o Reino da Terra. Movida por sua coragem, desconhecia o que estava por vir."
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Agenda da autora no Blog
Acesse http://angelahofmann.blogspot.com.br/
e confira a AGENDA.
INSCREVA-SE no Blog e receba por e-mail as atualizações semanais.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
CONCURSO PROSA NA ESTRADA - RS
2ª Edição do projeto Prosa na Estrada.
Cem mil folhetos com contos e crônicas de autores do Estado, selecionados em edital, estão circulando em ônibus intermunicipais por todo o Rio Grande do Sul.
"Da vida que não tive é tudo que sei", de Ângela Hofmann, foi um dos contos selecionados. O conto traduz em ficção as escutas, os espantos, a dor e as mudanças de rumo na vida de adolescentes e crianças, testemunhadas por sua professora.
Promoção: Instituto Estadual do Livro- IEL-RS , em parceria com a AGES AGES - Associação Gaúcha de Escritores, DAER e Evangraf, Celulose Rio-Grandense.
Cerimônia de lançamento
CLIQUE: Fotos e reportagem do lançamento do Prosa na Estrada, junho de 2014.
Cem mil folhetos com contos e crônicas de autores do Estado, selecionados em edital, estão circulando em ônibus intermunicipais por todo o Rio Grande do Sul.
"Da vida que não tive é tudo que sei", de Ângela Hofmann, foi um dos contos selecionados. O conto traduz em ficção as escutas, os espantos, a dor e as mudanças de rumo na vida de adolescentes e crianças, testemunhadas por sua professora.
Promoção: Instituto Estadual do Livro- IEL-RS , em parceria com a AGES AGES - Associação Gaúcha de Escritores, DAER e Evangraf, Celulose Rio-Grandense.
- Lançamento do e-book Prosa na Estrada, 10 DE NOVEMBRO, ÀS 15h15, na Tenda de Pasárgada. 60ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE.O E-BOOK ESTARÁ DISPONÍVEL PARA QUEM QUISER BAIXAR GRATUITAMENTE, COM AUXÍLIO DA EQUIPE DO IEL.
![]() |
| Estima-se atingir 200 mil pessoas por mês |
Cerimônia de lançamento
CLIQUE: Fotos e reportagem do lançamento do Prosa na Estrada, junho de 2014.
![]() |
| Ônibus: leitura de conto. Governador Tarso Genro e escritores |
![]() |
| Grupo com Governador e Secretário de Cultura Assis Brasil |
| Angela Hofmann e Lais Chaffe, diretora do IEL-RS |
Marcadores:
Adulto,
Concurso,
Contos,
Lançamento,
Literatura
sábado, 14 de junho de 2014
Autógrafos "Yvy Porã Porau e o Rio de Mel", Livraria Cultura
Autógrafos do livro YVY PORÃ PORAU E O RIO DE MEL
De Ângela Hofmann e ilustrações de Dane D'Angeli.
Editora Mediação. Porto Alegre, 2014.
Livraria Cultura, Porto Alegre
![]() |
| Dane D'Angeli e Ângela Hofmann |
Agradeço também a tod@s amig@s que curtiram, compartilharam, repassaram, mandaram recados, mensagens, e-mails.
Seguem alguns momentos protagonizados pelas crianças, registrados por Márcia Hofmann e Manuel Estivalet.
Mais fotos em:
Marcadores:
Autógrafos,
Etnias,
Lançamento,
Literatura Infantojuvenil,
Yvy Porã Porau
terça-feira, 10 de junho de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Ilustrador de "Yvy Porã Porau e o Rio de Mel"
O ilustrador de "Yvy Porã Porau e o Rio de Mel", Dane D'Angeli, em entrevista ao jornal Correio de Gravataí, no dia 22 de maio de 2014.
Marcadores:
Etnias,
Lançamento,
Literatura Infantojuvenil,
Yvy Porã Porau
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Como surgiu "Yvy Porã Porau e o Rio de Mel". Entrevista à Editora Mediação
Postagem da Editora Mediação
Ângela Hofmann, autora do Livro "Yvy Porã Porau e o Rio de Mel", conta sobre a oportunidade que teve de conhecer uma Terra Indígena, em Viamão/RS.
Editora Mediação: Desde quando se dedica ao estudo e à pesquisa da cultura indígena? Como tudo começou?
Autora: Há doze anos atrás eu tive a oportunidade de conhecer a Terra Indígena Tekoá Nhundy, em Viamão-RS, através da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS, onde cursava o Mestrado em Educação.
Naquele momento, os Guaraní desta tekoá tinham recentemente incluído a escola formal em sua aldeia, sendo este um tema de muitas conversas e discussões com o governo estadual. Em meio a estas questões de direitos indígenas e às políticas educacionais para suas escolas, eu me envolvi profundamente, identificando-me com suas lutas e tornando-me uma parceira delas.
Desenvolvi meu projeto e dissertação de mestrado com este tema, dialogando com a comunidade Guarani da Tekoá Nhundy, ouvindo desde os mais velhos até as mais jovens lideranças, passando pelas mulheres e professores indígenas. Registrei sua visão acerca da vivência e preservação da cultura, e de como desejavam que acontecesse a educação escolar indígena para suas crianças e jovens. Além da pesquisa qualitativa, a pesquisa teórica e histórica sobre a cultura indígena e, em especial, a Guarani, proporcionou meu aprofundamento e imersão no diálogo interétnico e intercultural.
Editora Mediação: O que despertou a sua paixão pelos povos indígenas?
Autora: Todo este envolvimento surgiu a partir de minha primeira visita naquela tekoá, onde a contemplação da altivez Guarani, da forte presença de sua cultura e língua vivas me tocaram. Os sorrisos das kyringue (crianças, em Guarani) arranjaram um jeito de fazer morada em mim. Percebi que aquele era um lugar de aprender, que poderia aprender muito com eles. Além disso, poderia multiplicar este conhecimento para além de minha experiência pessoal, para que outras pessoas, das mais diversas culturas, pudessem ter acesso. E que este processo resultasse em respeito e valorização da cultura indígena, numa relação recíproca.
Editora Mediação: Há quanto tempo está compondo textos voltados à literatura infantojuvenil?
Autora: Comecei a escrever textos voltados à literatura infantojuvenil em 2011. Fazem dois anos e meio que me propus a fazer um retiro literário, dispondo de um maior tempo para escrever e estruturar as várias histórias que estavam (e que continuam) vindo à minha mente.
Editora Mediação: Como foi escrever Yvy Porã Porau e o Rio de Mel? Qual foi sua inspiração?
Autora: Nasceu primeiramente como crônica, onde os temas da escassez e abundância já estavam presentes, bem como a participação xamânica da abelha no sonho da personagem principal, a qual introduziria mudanças naquela realidade. Depois houve uma segunda etapa: passados meses, inspirada fortemente pelos temas da generosidade e das sociedades indígenas emergentes, somados a um acúmulo de conhecimentos e vivências pessoais, retomei a ideia inicial, fiz alterações e desenvolvi toda a história em quatro dias. Para dar corpo e cores a esta ficção, ela foi ambientada numa terra indígena, a Yvy Porã (Terra Boa), com a inclusão de elementos culturais e expressões linguísticas das etnias de origem Tupi-Guarani e Guarani.
Autora: Há doze anos atrás eu tive a oportunidade de conhecer a Terra Indígena Tekoá Nhundy, em Viamão-RS, através da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS, onde cursava o Mestrado em Educação.
Naquele momento, os Guaraní desta tekoá tinham recentemente incluído a escola formal em sua aldeia, sendo este um tema de muitas conversas e discussões com o governo estadual. Em meio a estas questões de direitos indígenas e às políticas educacionais para suas escolas, eu me envolvi profundamente, identificando-me com suas lutas e tornando-me uma parceira delas.
Desenvolvi meu projeto e dissertação de mestrado com este tema, dialogando com a comunidade Guarani da Tekoá Nhundy, ouvindo desde os mais velhos até as mais jovens lideranças, passando pelas mulheres e professores indígenas. Registrei sua visão acerca da vivência e preservação da cultura, e de como desejavam que acontecesse a educação escolar indígena para suas crianças e jovens. Além da pesquisa qualitativa, a pesquisa teórica e histórica sobre a cultura indígena e, em especial, a Guarani, proporcionou meu aprofundamento e imersão no diálogo interétnico e intercultural.
Editora Mediação: O que despertou a sua paixão pelos povos indígenas?
Autora: Todo este envolvimento surgiu a partir de minha primeira visita naquela tekoá, onde a contemplação da altivez Guarani, da forte presença de sua cultura e língua vivas me tocaram. Os sorrisos das kyringue (crianças, em Guarani) arranjaram um jeito de fazer morada em mim. Percebi que aquele era um lugar de aprender, que poderia aprender muito com eles. Além disso, poderia multiplicar este conhecimento para além de minha experiência pessoal, para que outras pessoas, das mais diversas culturas, pudessem ter acesso. E que este processo resultasse em respeito e valorização da cultura indígena, numa relação recíproca.
Editora Mediação: Há quanto tempo está compondo textos voltados à literatura infantojuvenil?
Autora: Comecei a escrever textos voltados à literatura infantojuvenil em 2011. Fazem dois anos e meio que me propus a fazer um retiro literário, dispondo de um maior tempo para escrever e estruturar as várias histórias que estavam (e que continuam) vindo à minha mente.
Editora Mediação: Como foi escrever Yvy Porã Porau e o Rio de Mel? Qual foi sua inspiração?
Autora: Nasceu primeiramente como crônica, onde os temas da escassez e abundância já estavam presentes, bem como a participação xamânica da abelha no sonho da personagem principal, a qual introduziria mudanças naquela realidade. Depois houve uma segunda etapa: passados meses, inspirada fortemente pelos temas da generosidade e das sociedades indígenas emergentes, somados a um acúmulo de conhecimentos e vivências pessoais, retomei a ideia inicial, fiz alterações e desenvolvi toda a história em quatro dias. Para dar corpo e cores a esta ficção, ela foi ambientada numa terra indígena, a Yvy Porã (Terra Boa), com a inclusão de elementos culturais e expressões linguísticas das etnias de origem Tupi-Guarani e Guarani.
Editora Mediação: Qual foi seu objetivo com a criação da obra?
Autora: Quis contar, através da escrita, uma história que teimou em me aparecer, assim como as muitas abelhas. E que foi se mostrando o quanto mais eu escrevia e deixava que meu olhos internos a enxergassem. E que desenhou-se completa à medida que me permiti misturar-me a ela, em meus próprios anseios e temores.
Gostaria muito que essa história, além de divertir e fazer sonhar, oferecesse ao leitor conhecimentos acerca dos povos indígenas e as sociedades indígenas emergentes, vivenciando através das personagens o poder transformador das relações de troca e reciprocidade.
Assinar:
Postagens (Atom)


































